sábado, 4 de outubro de 2008

Martelo de Pano - Menina Linda



Pra quem ainda não conhece visite:

Martelo de Pano

Veja a historia deles aí:

Em meados de 2003 na nostálgica e histórica cidade de São João Del Rei, MG, Luiz Nascimento e Gabriel Resende, com pandeiro e violão, respectivamente fomentavam uma idéia musical, à busca de uma linha sonora fortemente baseada em músicos como Alceu Valença e, em raízes mineiras do Clube da Esquina. Estava ali formado o grupo MARTELO DE PANO: embarcados num propósito de resgate cultural e em mostrar suas próprias composições.

Meses mais tarde, os irmãos Edivan Cardoso e Carmelito Santos integram o grupo. A chegada de Edivan com o violão traz a possibilidade de elaborar melhor os arranjos de cordas. Assim, Carmelito assume a percussão e dá consistência ao quarteto.

O repertório composto de inspirações próprias e interpretações de Alceu Valença, Chico Buarque, Gilberto Gil e Milton Nascimento, é apresentado pela primeira vez no 17º Inverno Cultural da UFSJ. Ali, o público aplaude e motiva os jovens músicos.

No final de 2004 Rafael Wolbert chega ao grupo como baixista, de modo que, Carmelito passa para a bateria comandando a “cozinha”. Edivan e Gabriel revezam entre bases e solos nas cordas; voz e percussão permanecem a cargo de Luiz. Assim, com esta formação, partem à busca de aperfeiçoamento do trabalho e conquista do público na cidade de São João Del Rei, onde, em Maio de 2005, consegue superlotar o Teatro Municipal com o show “O Redescobrimento do Brasil”. Desde então, surgiram oportunidades de apresentações em cidades vizinhas.

A partir destas experiências, veio a surpresa maior: a concorrência da canção “Bordado de Medo” de Luiz Nascimento e Gabriel Resende, no “1° Canta Prados – MG – Festival Nacional da Música Brasileira”. Vale ressaltar também a importância da pequena cidade mineira São Tiago, palco de várias apresentações do grupo. Em São Tiago, MARTELO DE PANO sentiu-se em casa, fez amigos e compôs canções.

O ano de 2006 ficou marcado pela parceria com o grupo de percussão Abafú, resultando em bons frutos e ambição de levar aquele trabalho (então uma mescla de samba, rock e elementos do maracatu) à metrópole Belo Horizonte. Mas, esse sonho escorrega pelas mãos em 2007 com a saída de Carmelito do MARTELO DE PANO, que perde força e se vê em crise.

Em Dezembro de 2007, Luiz, juntamente com Gabriel e Edivan, idealizam o projeto paralelo “Música Marginal Brasileira – Tributo aos Malditos”. Nesse projeto, são resgatados, e homenageados, músicos e poetas marginalizados pelo mercado-e até pelos fãs. O projeto homenageia músicos como Jards Macalé e Sérgio Sampaio, além de outros. Música Marginal Brasileira marca a volta do MARTELO DE PANO junto com o baterista e percussionista Nei, que dá cara nova ao grupo.

Atualmente, o grupo trabalha na gravação de seu primeiro disco (uma produção independente), com base na poesia dos “Malditos” e, um instrumental sem restrições aos ritmos brasileiros e estilos como soul, funk, jazz e prog.

Formação atual:

Edivan Cardoso - Violão, guitarra e vozes.
Gabriel Resende - Guitarra, violão e vozes.
Luiz Nascimento - Voz e percussão.
Nei - Bateria e percussão.
Rafael Wolbert - Baixo e vozes.


Show de Bola

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

A necessidade de crer em heróis*

A necessidade que sentimos em crer nos heróis começa ainda na infância.É uma fase que nos sentimos frágeis,pelo fato de vermos nossos pais ‘grandes’.Esperamos que deles venha a proteção, principalmente do pai, uma figura que representa força e coragem. Achamos que ele é capaz de TUDO. E acreditamos fielmente nisso!!

Com o passar do tempo, a televisão nos apresenta seus heróis: Batman, Superman, Homem-aranha e muitos outros. Ao vermos estes, acreditamos que nós também podemos ser super-heróis. Neste momento criamos coragem. É como se olhássemos para mundo e pensássemos: “Nada vai me machucar, sou mais forte, tenho super-poderes e vencerei o inimigo!”

Mas os anos passam, e começamos a enxergar que o mundo e as pessoas não eram como pensávamos. O mundo nos apresenta a violência, a desigualdade a competição. As pessoas nos mostram o ódio, o rancor, a falta de compaixão. Quando isso acontece é como se levássemos um choque. Pela primeira vez vemos o mundo e as pessoas como elas realmente são. Daí vem a necessidade, novamente , de crermos nos heróis. Mas agora, já crescemos e infelizmente sabemos que os super-heróis não existem. A quem recorreremos neste momento?

Com o coração e a emoção balançados, nos vem as figuras paterna e materna. Sabemos que já estamos bem crescidos, todavia não importa quanto tempo passe, eles sempre querem nos proteger. E é nessa nova fase de nossa vida que reconhecemos este esforço e o amor incondicional de nossos pais.

Sabemos também que eles não estarão conosco pra sempre e assim nos questionamos: “Quem estará comigo quando eu me sentir ameaçado?”

Com isso, a vida nos proporciona conhecer o AMOR. Um amor que até então era desconhecido por nós. Pois o amor que sentíamos era restrito à família e amigos. É nessa hora que depositamos nossa confiança em “alguém”. A confiança de que esta pessoa nos ajudará a enfrentar os percalços da vida.

Embora reconheça que ter alguém por perto pra você se sentir completo, faça total diferença em sua vida, devemos ter a consciência de que somos nós quem criamos o medo de enfrentar as dificuldades da vida.E que, de nada adianta depositar nossa confiança em alguém se antes não confiamos em nossa capacidade.

O principal herói de nossas vidas somos nós mesmos e o sentimento de luta e garra que cultivamos ao longo da vida. Cabe agora, encontrar a pessoa que nos fará acreditar que somos capazes e assim unirmos nossos sonhos e forças. Afinal,nenhum “monstro” conseguirá derrotar este super-herói: O AMOR!!!

*Texto escrito por Minha Maria Alice

domingo, 28 de setembro de 2008

Comercial: Evian



Animação show de bola!

Mundo MTV

Uma coisa de que sempre gostei são os tais videoclipes, passava horas e horas assistindo praticamente os mesmos videoclipes na MTV. Eles são legais, ilustram as músicas e dependendo da originalidade do diretor, é a melhor forma para se vender um CD, ou era. - alguém ainda compra CD´s?

Mas alguns são simplesmente cabulosos e me assustam, por exemplo, minutos antes de começar a escrever este texto estava vendo um clipe de hiphop qualquer. Acho que do Cris Brown ou coisa do tipo. Mas é simplesmente “fantástico”.

O sujeito chega atrasado no serviço, começa tomar aquela bronca do chefe, aí passa a garota, completamente maquiada e pronta para uma festa, detalhe: em pleno dia da semana, e no horário de serviço. Bom, o garoto então liga seu ipod ou mp3 player como desejarem e começa a sair pela rua dançando com mais dois amigos atrás da garota e suas duas amigas que estavam ao seu lado. Agora eu pergunto, porque diabos alguém faria isso? Ta achando que mulher é igual pavão? Que para conquista-la tem que se enfeitar e sair fazendo dancinhas e coisa do gênero? Bizarro.

Mas não para por aí, além do fato de os amigos não saberem que música que eles estavam dançando, lembre-se, só um estava escutando a música, conseguem dançar praticamente iguais, fazendo coreografias que um dançarino profissional precisaria de tempo para ensaiar. Novamente, Bizarro.

Ainda tem mais, ou incrível que pareça a garota começa a dar confiança pro carinha, mesmo suas amigas fazendo caras e bocas do tipo: deixa essa cara de lado, ele é maluco. Mas ela escuta as amigas? Claro que não. A dança medonha do carinha conseguiu fisga-la, então as duas amigas vão embora e os amigos do carinha vão atrás. Por que? Eu não tenho a mínima idéia. Então sobram os dois, o carinha e a moça e eles entram dentro de um carro, no banco de trás.

Aí você começa a pensar, agora ele cata ela. Que nada, ledo engano. Ele começa a cantar a música que ele escutava desde o inicio do clipe para a moça, e a moça fazendo cara de desejo e ele continua cantando. Adivinha o que acontece no final? ABSOLUTAMENTE NADA. O cara passa o telefone para ela e daí já corta o clipe para uma outra cena, onde ele dança sozinho em cima de um carro preto. Bizarro ao extremo.

Tudo bem é videoclipe, você tem o direito de misturar as coisas. Mas eu acredito que seja assim, ou a coisa é toda viajada ou fica no plano real. Por que da forma que a coisa foi construída, nem num de meus sonhos mais loucos poderia conceber tal aberração.

Mas, agora imagine, você mulher, andando pela rua, e de repente um carinha começa a ir atrás de você, dançando com dois amigos, atravessando a cidade toda, para no fim, caso você caia na dele, apenas cantar pra você e deixar o telefone dele? Agora, imagine, você homem, pagar esse mico todo, por milagre de Deus ganhar a mulher e no final, apenas passar o telefone. É muita bizarrice para um clipe só.

Então pessoas, na hora de viajar em um videoclipe como este lembre-se é só ficção, mesmo que tentem fazer parecer real. Nos vemos por aí, no Mundo MTV.

Dia da Santa Incompetência

28 de Setembro, novo dia comemorativo ao dia da Santa Incompetência. Assim como todo dia comemorativo teve um fato marcante para ser reconhecido como tal dia, o dia da Santa Incompetência também tem o seu.

Retornemos há alguns minutos, numa Cidade-Estado Asiática chamada Singapura, ex-colônia inglesa até a década de 70. O evento: Grande Premio de Fórmula-1 de Singapura, o primeiro GP noturno. Estréia do circuito na Fórmula-1. Os personagens: Felipe Massa e o “Operador de Siga-Pare” da Ferrari.

Cabe aqui abrir um parênteses, este profissional, o “Operador de Siga-Pare”, é incumbido de uma única tarefa apertar um botão, apertando um vez o sinal fica vermelho, mais um vez e o sinal fica verde, ele é quem sinaliza quando o piloto pode sair da parada nos boxes.

Retomando a história, Felipe Massa, piloto brasileiro – O primeiro depois de Ayrton Senna a ter uma chance clara de ganhar o título – liderava a prova, Hamilton, piloto inglês e concorrente direto ao título, estava em segundo e com poucas chances de ultrapassar o brasileiro. Então vem as paradas nos boxes.

Felipe chega primeiro, para o carro, troca os pneus e faz o abastecimento quando, tchã, tchã, tchããã... O modarfoquer do “Operador de Siga-Pare” faz o favor de apertar o botão que deixa a luz verde acesa, ANTES MESMO DE PODER ACENDER A LUZ!!! E numa tentativa estúpida de tentar corrigir o erro aperta o botão mais uma vez, mas aí já é tarde. Massa já tinha saído, com mangueira de abastecimento, “frentista” e tudo mais, e era uma vez a corrida, e este bendito e adorado “Operador de Siga-Pare” entra para história instaurando no Calendário Mundial (assim como o Natal, Ano-Novo e outras prezepadas mais) o DIA DA SANTA INCOMPETÊNCIA.

Agora eu fico imaginando o orgulho dos filhos deste cidadão. Amanha na escolinha Genaro, dia do “Seu pai trabalha em quê?” vai chegar sentar-se e esperar ansiosamente para falar do empolgante trabalho de seu pai.

A professora diz: - Genaro, diga-nos com o que se pai trabalha.
- Meu pai é “Operador de Siga-Pare” da Ferrari.
(os coleguinhas ficam todos boquiabertos)
- E qual é a funçao do “Operador de Siga-Pare”?
- Ele é muito importante professora. É ele que deixa o piloto sair dos boxes ou não, ele tem um poder muito grande nas mãos, é quase um Deus.
- Então é isso que seu pai faz? Forma-se em Engenharia Mecânica, estuda, viaja, passa dias fora de casa, perde sono e outras coisas mais, pra duas vezes por mês apertar este botão cerca de 8 vezes por corrida.
- Isso mesmo professora, é um trabalho muito difícil. E realmente ele viaja muito.
- Conta pra gente aonde seu pai estava este fim-de-semana.
- Papai estava em Singapura, mas disse que não quer voltar para casa agora, porque está com problemas no serviço.
- Como assim? O que pode dar errado? Ele só tem que apertar um botão.
- É que parece que ele apertou o botão na hora errada, e quase acaba com as chances de um piloto da equipe perder o campeonato e a equipe ainda saiu da primeira colocação.
- ...



Mas pensando bem, pode ser que não aconteça nada disto, pelo nível da tarefa e pelo resultado obtido, com certeza, é coisa de Estagiário.